Querid@ amig@,
Eu acabei de assinar uma petição pedindo o apoio à Presidente Dilma Roussef para a aprovação da lei Anti-Homofobia que está sendo discutida no Congresso-PL 122. Você sabia que o Brasil registra hoje os maiores indices de violência contra homossexuais e é o numero 1 no mundo em crimes contra travestis e transexuais?
No início deste mês, uma jovem travesti chamada Priscila foi morta à tiros em Belo Horizonte, o mais recente caso de uma onda de crimes perpetuados contra transexuais no país. A violência vem aumentando, mas nós podemos lutar contra.
Você se unirá a nós pedindo à Presidente Dilma Roussef, que tem afirmado que direitos humanos são a prioridade no seu governo, para apoiar a lei Anti-Homofobia? Se a Presidente Rouseff almeja que o Brasil seja visto como o lider dos direitos humanos no cenário mundial, ela precisa trabalhar duro para assegurar que TODOS os brasileiros tenham proteção igual perante a lei. Assista a esse video emocionante sobre a Priscila e assine a petição:
www.allout.org/pt/petition/priscila
sexta-feira, 18 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Um exemplo de Conquista!
CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL
LGBT
26/02/2011
Ana Elisa Santana
"A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu medida protetiva a um homem que afirmou estar sendo ameaçado pelo ex-companheiro. Com base na Lei Maria da Penha, o juiz Osmar de Aguiar Pacheco, da cidade de Rio Pardo, determinou que o acusado fique a pelo menos 100 metros de distância do denunciante. Na decisão, o magistrado afirmou que qualquer pessoa em situação vulnerável pode se tornar vítima, independentemente do sexo. "Ao lado do Estado democrático de direito, há, e sempre existirá, parcela de indivíduos que busca impor, porque lhe interessa, a lei da barbárie, a lei do mais forte. E isso o direito não pode permitir."
A medida, decretada na última quarta-feira, é a primeira em que a lei - criada em agosto de 2006 para proteger as mulheres de agressões domésticas - é aplicada em relações homossexuais. O pioneirismo pode ajudar em decisões relacionadas à união HOMOSSEXUAL no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e TRANSEXUAIS (ABGLT), Toni Reis. "Nós ainda não temos nenhuma lei que proteja os nosso direitos. Então, os juízes têm que fazer uma ginástica mental para aplicar os conceitos constitucionais que dizem que todos são iguais perante a lei e que não haverá discriminação de qualquer natureza", afirma."
Denuncie qualquer tipo de homofobia, lesbofobia ou transfobia!
Ligue 0800 7718765 - Centro de Referência LGBT Campinas - SP
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Nome Social
Quem é você? Na maioria das vezes respondemos essa pergunta de uma forma aparentemente simples; eu sou a Sarah, Barbara, José, Benedito, Lila, Kim... ou seja, respondemos com o nosso nome, que, se pensarmos, estaRIA intimamente ligado a nossa identidade, a nossa essência.
Pois é, muitas coisas são aparentemente simples, uma pena que nossa cultura e nossos (nem sempre tão úteis) costumes dificultam e muitas vezes nos cegam, não nos deixando ver quem realmente esta ali, falando ou se apresentando.
Bom, mas vamos deixar de lado esses questionamentos, que são válidos para nos fazer refletir, e vamos direto ao assunto que iremos discutir nesse post de hoje; o NOME SOCIAL!
Uma explicação rápida; o nome social é a maneira como pessoas que não se identificam com seu nome de registro preferem/gostam de serem chamadas. Se formos levar essa explicação ao pé da letra, sua vizinha Zezé tem um nome social, seu professor Toninho também. Mas claro que respeitar um apelido é muito mais aceitável em nossa cultura do que aceitar o NOME de alguém ou sua identidade.
Pessoas transexuais e travestis são as pessoas que mais sofrem com o a aplicação, ou melhor, com a falta de aplicação do nome social. Essas pessoas não se identificam com o nome que carregam no RG, na CNH, no crachá do emprego, no consultório médico, na chamada da sala de aula, na lista de aprovados do vestibular e em muitos outros lugares. Homens, mulheres, travestis, todos merecem esse respeito, esse olhar humano ao ver quem está a sua frente.
Em uma busca contra uma legislação enrijecida pelo tempo, o Centro de Referencia LGBT de Campinas, tentou fazer com que a sociedade e a autoridades respeitassem o nome social. Foi então que se criou a carteira de identificação do nome social para travestis e transexuais [foto], a qual continha; nome (social, obvio), RG, Nº de identificação, Data de emissão e validade. É triste, mas a carteirinha foi barrada, por entre outras coisas, o questionamento de que; Não seria falsidade ideológica colocar outro nome sem ser o de registro em um documento? A pergunta deveria ser assim; Não é mais fácil não reagir a uma população mínima que precisa disso para ser respeitada na rua do que mudar a lei? Pois é, a carteirinha foi barrada.
O nome social é muito mais que uma portaria no SUS, muito mais que um decreto jurídico ou um motivo para manifestações e passeatas, nome social é uma questão de respeito para com a pessoa que lhe dirige a palavra. A sociedade bitolada em conceitos e culturas cristalizadas dentro de cada um não nos deixa ver que homens e mulheres existem INDEPENDENTE das nossas vontades.
NOME SOCIAL: uma questão de RESPEITO.
Não se esqueçam DENUNCIE qualquer tipo de homofobia/transfobia: 08007718765
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Quem somos...
Como primeiro post ai vai uma historia...
Há 08 anos atrás, dia 31 de Julho de 2003 na cidade de Campinas nasce o primeiro serviço público do Brasil, criado para atender a população LGBT. Uma população esquecida e escondida pelas ruas e bairros da cidade de Campinas. Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais reivindicavam seus direitos apenas através de ONG’s. Foi quando o serviço público, pressionado justamente por essas organizações, abriu as portas e acolheu essa população.
Hoje o CR LGBT atende a população de forma acolhedora e sempre aberta, profissionais competentes dão seguimento ao serviço promovendo melhor qualidade de vida, informação, atendimento social e psicológico e sempre o aprendizado – tanto para LGBT’s e suas famílias quanto para profissionais de diversas áreas. Um dos serviços MUITO importantes realizado pelo CR é o DISQUE DEFESA HOMOSSEXUAL, que contabiliza e transcreve em relatórios oficiais o numero de denuncias feitas por telefone, Uma atividade EXTREMAMENTE IMPORTANTE NA LUTA CONTRA A HOMOFOBIA. O disque denuncia é 0800 771 8765 LIGUE E DENUNCIE!!!
A pequena equipe é formada por:
- Uma assistente social – mais conhecida como Val – que hoje também coordena o CR. Uma pessoa engajada e muito competente que, na medida do possível faz de tudo para a melhor vida social dos usuários.
- A psicóloga – Barbara – também promove melhor qualidade de vida aos usuários e também realiza um trabalho admirável dando capacitações a servidores públicos e todas as outras pessoas que se interessam pelo tema LGBT.
- A estagiária de psicologia Sarah, que ainda é novata no serviço, está conosco a mais ou menos uns seis meses
- Um oficineiro e auxiliar administrativo chamado Anderson que atua muitas vezes em conjunto com a tambem oficineira Rosangela
- E arrematando a nossa equipe contamos com a auxiliar de serviços gerais Domingas.
Gente, por enquanto é isso, semana que vem nos voltaremos com mais esclarecimentos a respeito do CR LGBT de Campinas e outros assuntos!!
Endereço do CR - R: Talvino Egidio de Souza Aranha, 47 Botafogo – Campinas SP
Telefones: 32421222 / 32427744 / 0800 771 8765
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