terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

Homofobia não!!!                                                  Nós
Atrás do Silicone                                              queremos,
Também bate um coração!                             neste Natal,
armar uma árvore e nela
pendurar, em vez de bolas,
os nomes de todos os nossos amigos.

Os amigos de longe, de perto. Os antigos
e os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro. Os sempre lembrados e
os que as vezes ficam esquecidos.
Os constantes e os
intermitentes. Das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que, sem querer, magoamos, ou sem querer nos magoaram.
Aqueles a quem conheçemos profundamente e aqueles de quem conheçemos
apenas a aparência.
Aqueles a quem muito devemos . Os amigos humildes e os amigos importantes. Os nomes de todos os que já  passaram pela nossa história. Uma árvore de raízes muito profundas para que seus nomesnunca sejam arrancados dos nossos corações. De ramos muito extensos para que novos nomes vindos de todas as partes venham juntar-se aos existentes. Uma árvore de sombras muito agradáveis para que nossa amizade,
seja um momento de repouso nas lutas da vida
.
Que o respeito e a tolerância estejam sempre vivos
para que possamos juntos viver 2012 !!!


Equipe CR LGBT Campinas
0800 771 8765
(19) 32427744
“Por que é que, culturalmente, nós nos sentimos mais confortáveis vendo dois homens segurando armas do que dando as mãos?”
Ernest Gaines

terça-feira, 5 de julho de 2011

11ª Parada do Orgulho LGBT de Campinas



   Domingo, dia 03 de Julho de 2011, dia da 11ª Parada do Orgulho LGBT da cidade de Campinas que parece manter o traço de uma caminhada com ar de manifesto. Manifesto esse que preza por respeito, igualdade de direitos, não a violência e ao preconceito. Para muitos a parada gay se tornou uma grande festa, que não tem mais o caráter militante e conquistador de direitos, uma pena que pensem assim. Justamente para mostrar que não perdeu essa essência, a parada de Campinas mantem discursos antes de começar, canta o hino nacional - em sua forma original, sem mixagens - e grita muito, por um pais sem homofobia.
   "Eu pago meus impostos. Exijo meus direitos: PLC 122" foi o tema da parada de Campinas, muito atual e direto, como deve ser um protesto por uma igualdade que deve acontecer, mesmo que só no papel, por enquanto. Mas, voltando ao tema, muito pertinente tratar da PLC 122, muitas pessoas já ouviram falar, mas não sabem do que se trata na verdade, e uma fala marcante, antes do start da caminhada, explica para aquelas milhares de pessoas do que se trata. Isso é muito interessante, pois nos mostra que não é apenas uma festa, é um local, um evento onde as pessoas aprendem, e saem dali mais inteiradas do que acontece com as leis, e a luta LGBT.
   Em busca dessa manutenção da parada continuar sendo mantenedora de militância e luta por todos os direitos que nos são negados, o CRLGBT estava com uma tenda, que tinha por objetivo arrecadar denuncias de homofobia, antes, durante e depois da parada gay. Se tivemos muitas ou poucas denuncias, nao importa nesse momento, o que importa é que estávamos lá para ajudar nessa ardua luta, e para mostrar para as próprias pessoas ali presentes, que ali também é o lugar de luta, de denuncia e de direitos. Foi um plantão de 9 horas seguidas, em que pessoas pediram ajuda, informação, fizeram denuncias e aprenderam ainda mais, como pra que se utiliza o disque 100.
   Obviamente essa luta por conscientização, de nossos próprios companheiros, não acaba nessa iniciativa do CR, muito pelo contrário, apenas começa. O primeiro ano em que estávamos lá, não apenas ocupando espaço, mas fazendo com que as pessoas nos conheçam e vejam em nós um aliado nessa luta. 2011, 11ª Parada do Orgulho LGBT de Campinas, e o primeiro ano em que o CRLGBT adiciona um pouquinho a mais na luta contra a homofobia!
Agradecimentos a parte para o querido Paulo Reis, criador e incentivador dessa iniciativa!!

                              DENUNCIE TODO TIPO DE PRECONCEITO - 0800 7718765

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Caminhada Lésbica e Bissexual São Paulo - SP




CAMINHADA LÉSBICA SÃO PAULO CAPITAL


Sábado, dia 25 de Junho de 2011, o Centro de Referencia LGBT de Campinas estava lá, para representar e apoiar a causa de Lésbicas e Bissexuais presentes, caminhando e cantando por menos preconceito, machismo e homo/bi/transfobia.
Encontramos a caminhada já do meio para o final, mas não menos empolgada. Não sei se isso é bom ou não, mas nos surpreendemos muito com a quantidade de pessoas, com a organização e mesmo ocupando uma ou duas faixas de uma das mãos da Avenida Paulista, não havia uma pessoa na rua, nos carros ou ônibus que não parasse para olhar. Independente dos olhares repressores e comentários preconceituosos e maldosos, as meninas não deixaram-se abater, alias pareciam nem ouvir.
Ao final, na esquina da Av. Paulista com a Consolação, mas precisamente na Praça da Ciclista, o trio elétrico estacionou, e começaram uma serie de falas e gritos contra a discriminação, e de luta pelo respeito. O clima da caminhada era de extrema alegria, mas não uma alegria por estar em um show, ou em alguma festa, uma alegria consciente, de pessoas que estavam ali por acreditarem e participarem dessa luta de não ao preconceito por uma ou outra orientação sexual.
A conscientização continuou, até o final da tarde e que finalizando as apresentações e falas, e em um gesto simbólico, mas muito valioso, colaram na praça o selo “Faça do Brasil um País sem Homofobia”. Todos foram embora, com certeza mais consciente ainda, querendo mais e mais igualdade nos direitos, mais felizes por verem quantas pessoas ali estavam presentes, umas apoiando as outras e com mais vontade de se unir e conquistar o que tanto queremos; igualdade.
Nós, Sarah e Val, que estávamos presentes na caminhada, ficamos muito felizes e empolgadas de usar como exemplo uma Caminhada de Lésbicas e Bissexuais tão organizada, tranqüila, conscientizante e numerosa.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Assine contra o absurdo!!


         Acabamos de assinar uma petição muito urgente solicitando ao presidente de Uganda Yoweri Museveni que declare o veto à lei de “morte aos gays”, caso seja aprovada no Parlamento.
         Acabamos de saber que a proposta de lei – que sentencia à morte pessoas LGBT em Uganda – está para ser votada nas próximas 72 horas se não agirmos agora.
        Líderes da ala conservadora estão fazendo tudo o que podem para votar a lei antes que milhões de pessoas como nós se oponham a ela e tenham a chance de protestar. Se conseguirmos criar um apelo internacional massivo, haverá uma chance de impedir que esta proposta se torne lei.
       Temos poucos dias para fazer nossa voz ser ouvida. Por favor, junte-se a nós e apele ao presidente Museveni que declare o veto à lei de “morte aos gays” caso ela seja aprovada no Parlamento. ASSINE ESSA PETIÇÃO URGENTE!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Aprova Geraldo!

ALESP aprova projeto de lei que combate a homofobia em elevadores

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou o projeto de lei n. ° 455 de 2010, que proibe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos elevadores. O Projeto altera a Lei Estadual nº 10.313, de 20 de maio de 1999, que proíbe “qualquer forma de discriminação em virtude de raça, sexo, cor, origem, condição social, idade, porte ou presença de deficiência ou doença não contagiosa por contato social”.

A lei prevê ainda em seu Artigo 3º que o aviso de não-discriminação deve aparecer nos elevadores de todo o Estado de São Paulo, comerciais, oficiais e residenciais, em forma de cartaz, placa ou plaqueta com a mensagem: “É vedada qualquer forma de discriminação em virtude de raça, sexo, cor, origem, orientação sexual, identidade de gênero, condição social, idade, porte ou presença de deficiência ou doença não contagiosa por contato social no acesso aos elevadores deste edifício.”

Em seu Artigo 4º, o projeto recomenda ainda que o governo estadual desenvolva “ações de cunho educativo” e de combate a todas essas discriminações. A autoria do texto é dos deputados estaduais Bruno Covas (PSDB) e Ricardo Montoro (PSDB), que dizem entender “que a alteração à legislação deve contemplar a vedação de toda e qualquer discriminação de orientação sexual e identidade de gênero de forma a assegurar o respeito aos direitos humanos, bem como coibir qualquer prática que possa obstá-los”. Para entrar em vigor, o projeto de lei tem que ser sancionado pelo governador Geraldo Alckmin.

A lei nasceu de uma proposta apresentada aos deputados pelo Coordenador da Cads, Franco Reinaudo, Gustavo Menezes, responsável pelo Centro de Combate a Homofobia e Marcos Fernandes Coordenador do Diversidade Tucana Municipal

sexta-feira, 18 de março de 2011

Diga Não a Impunidade!

Querid@ amig@,
Eu acabei de assinar uma petição pedindo o apoio à Presidente Dilma Roussef para a aprovação da lei Anti-Homofobia que está sendo discutida no Congresso-PL 122. Você sabia que o Brasil registra hoje os maiores indices de violência contra homossexuais  e é o numero 1 no mundo em crimes contra travestis e transexuais?
No início deste mês, uma jovem travesti chamada Priscila foi morta à tiros em Belo Horizonte, o mais recente caso de uma onda de crimes perpetuados contra transexuais no país. A violência vem aumentando, mas nós podemos lutar contra.
Você se unirá a nós pedindo à Presidente Dilma Roussef, que tem afirmado que direitos humanos são a prioridade no seu governo, para apoiar a lei Anti-Homofobia? Se a Presidente Rouseff almeja que o Brasil seja visto como o lider dos direitos humanos no cenário mundial, ela precisa trabalhar duro para assegurar que TODOS os brasileiros tenham proteção igual perante a lei. Assista a esse video emocionante sobre a Priscila e assine a petição:
www.allout.org/pt/petition/priscila
 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Um exemplo de Conquista!

CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL
LGBT
26/02/2011
Ana Elisa Santana
"A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu medida protetiva a um homem que afirmou estar sendo ameaçado pelo ex-companheiro. Com base na Lei Maria da Penha, o juiz Osmar de Aguiar Pacheco, da cidade de Rio Pardo, determinou que o acusado fique a pelo menos 100 metros de distância do denunciante. Na decisão, o magistrado afirmou que qualquer pessoa em situação vulnerável pode se tornar vítima, independentemente do sexo. "Ao lado do Estado democrático de direito, há, e sempre existirá, parcela de indivíduos que busca impor, porque lhe interessa, a lei da barbárie, a lei do mais forte. E isso o direito não pode permitir."
A medida, decretada na última quarta-feira, é a primeira em que a lei - criada em agosto de 2006 para proteger as mulheres de agressões domésticas - é aplicada em relações homossexuais. O pioneirismo pode ajudar em decisões relacionadas à união HOMOSSEXUAL no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e TRANSEXUAIS (ABGLT), Toni Reis. "Nós ainda não temos nenhuma lei que proteja os nosso direitos. Então, os juízes têm que fazer uma ginástica mental para aplicar os conceitos constitucionais que dizem que todos são iguais perante a lei e que não haverá discriminação de qualquer natureza", afirma."
Denuncie qualquer tipo de homofobia, lesbofobia ou transfobia!
Ligue 0800 7718765 - Centro de Referência LGBT Campinas - SP

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Nome Social


Quem é você? Na maioria das vezes respondemos essa pergunta de uma forma aparentemente simples; eu sou a Sarah, Barbara, José, Benedito, Lila, Kim... ou seja, respondemos  com o nosso nome, que, se pensarmos, estaRIA  intimamente ligado a nossa identidade, a nossa essência.
Pois é, muitas coisas são aparentemente simples, uma pena que nossa cultura e nossos (nem sempre tão úteis) costumes dificultam e muitas vezes nos cegam, não nos deixando ver quem realmente esta ali, falando ou se apresentando.
Bom, mas vamos deixar de lado esses questionamentos, que são válidos para nos fazer refletir, e vamos direto ao assunto que iremos discutir nesse post de hoje; o NOME SOCIAL!
Uma explicação rápida; o nome social é a maneira como pessoas que não se identificam com seu nome de registro preferem/gostam de serem chamadas. Se formos levar essa explicação ao pé da letra, sua vizinha Zezé tem um nome social, seu professor Toninho também. Mas claro que respeitar um apelido é muito mais aceitável em nossa cultura do que aceitar o NOME de alguém ou sua identidade.
Pessoas transexuais e travestis são as pessoas que mais sofrem com o a aplicação, ou melhor, com a falta de aplicação do nome social. Essas pessoas não se identificam com o nome que carregam no RG, na CNH, no crachá do emprego, no consultório médico, na chamada da sala de aula, na lista de aprovados do vestibular e em muitos outros lugares. Homens, mulheres, travestis, todos merecem esse respeito, esse olhar humano ao ver quem está a sua frente.
Em uma busca contra uma legislação enrijecida pelo tempo, o Centro de Referencia LGBT de Campinas, tentou fazer com que a sociedade e a autoridades respeitassem o nome social. Foi então que se criou a carteira de identificação do nome social para travestis e transexuais [foto], a qual continha; nome (social, obvio), RG, Nº de identificação, Data de emissão e validade. É triste, mas a carteirinha foi barrada, por entre outras coisas, o questionamento de que; Não seria falsidade ideológica colocar outro nome sem ser o de registro em um documento? A pergunta deveria ser assim; Não é mais fácil não reagir a uma população mínima que precisa disso para ser respeitada na rua do que mudar a lei? Pois é, a carteirinha foi barrada.
O nome social é muito mais que uma portaria no SUS, muito mais que um decreto jurídico ou um motivo para manifestações e passeatas, nome social é uma questão de respeito para com a pessoa que lhe dirige a palavra. A sociedade bitolada em conceitos e culturas cristalizadas dentro de cada um não nos deixa ver que homens e mulheres existem INDEPENDENTE das nossas vontades.
NOME SOCIAL: uma questão de RESPEITO.
Não se esqueçam DENUNCIE qualquer tipo de homofobia/transfobia: 08007718765

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Quem somos...


Como primeiro post ai vai uma historia...
                Há 08 anos atrás, dia 31 de Julho de 2003 na cidade de Campinas nasce o primeiro serviço público do Brasil, criado para atender a população LGBT. Uma população esquecida e escondida pelas ruas e bairros da cidade de Campinas. Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais reivindicavam seus direitos apenas através de ONG’s. Foi  quando o serviço público, pressionado justamente por essas organizações, abriu as portas e acolheu essa população.
                Hoje o CR LGBT atende a população de forma acolhedora e sempre aberta, profissionais competentes dão seguimento ao serviço promovendo melhor qualidade de vida, informação, atendimento social e psicológico e sempre o aprendizado – tanto para LGBT’s e suas famílias quanto para profissionais de diversas áreas. Um dos serviços MUITO importantes realizado pelo CR é o  DISQUE DEFESA HOMOSSEXUAL, que contabiliza e transcreve em relatórios oficiais o numero de denuncias feitas por telefone, Uma atividade EXTREMAMENTE IMPORTANTE NA LUTA CONTRA A HOMOFOBIA. O disque denuncia é 0800 771 8765 LIGUE  E DENUNCIE!!!
                 A pequena equipe é formada por:
-  Uma assistente social – mais conhecida como Val – que hoje também coordena o CR. Uma pessoa engajada e muito competente que, na medida do possível faz de tudo para a melhor vida social dos usuários.
- A psicóloga – Barbara – também promove melhor qualidade de vida aos usuários e também realiza um trabalho admirável dando capacitações a servidores públicos e todas as outras pessoas que se interessam pelo tema LGBT.
- A estagiária de psicologia Sarah, que ainda é novata no serviço, está conosco a mais ou menos uns seis meses
- Um oficineiro e auxiliar administrativo chamado Anderson que atua muitas vezes em conjunto com a tambem oficineira Rosangela
- E arrematando a nossa equipe contamos com a auxiliar de serviços gerais Domingas.
           Gente, por enquanto é isso, semana que vem nos voltaremos com mais esclarecimentos a respeito do CR LGBT de Campinas e outros assuntos!!
                Endereço do CR - R: Talvino Egidio de Souza Aranha, 47 Botafogo – Campinas SP
                Telefones:  32421222 / 32427744 / 0800 771 8765
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